segunda-feira, 26 de abril de 2010

A eternidade de alguns instantes.

Sinto meu corpo tão leve que o vento parece conduzi-lo ao seu desejo. E minha respiração consome do ar um perfume totalmente novo e fascinante. Desejo escrever todas as folhas que encontrar esta noite a fim de expandir esta alegria. Vejamos que a vida faz sentido em si mesma. Em sua própria força e forma de acontecer. Mesmo que traçamos planos e que escolhamos a dedo a ruas, os lugares e as horas, não há jeito podemos encontrar justamente aquele alguém do qual estamos fugindo. E diante de nossa impotência, não é preciso mais resistir... A doçura do mundo de revela, colorida e dinâmica, sonora ao ponto de despertar o desejo de dançar por toda a madrugada ao som do silêncio que consome este quarto agora.
... e foram poucas palavras, duas ou três gargalhadas... O que não impediu que este coração acelerasse como se fosse seu último segundo de vida e vibrasse ao ouvir o fluir de uma voz. Voz que reconhece como sua. E sentir um grande aconchego de quem está de novo em casa. E como é bom...

Raissiana Vidal

Um comentário:

  1. poucas palavras......um unico olhar

    desde d primeiro instante.

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