Tentando defini-lo eu findei em duas palavras:
COMPANHEIRISMO e CUMPLICIDADE.
Os porquês, em quase tudo na vida são dispensáveis,
aqui também, vazios de essência,
pois sentimentos não se explicam se sentem.
Porém,... Vou tentar.
Companheiro é aquele que está por perto em qualquer situação
mesmo naquelas nas quais desejamos andar sozinhos,
e aí ele se faz imperceptível.
Ele, mesmo estando longe se faz presente ou
deseja estar e saboreia conosco todas,
desde as mais pequenas e simples, vitórias.
Ri, chora, puxa a orelha...
Mas,... nem todos os companheiros são cúmplices.
Contudo, se o são, formamos uma dupla imbatível.
Quero dizer que todas as investidas proibidas ou não,
todas as aventuras, permitas ou não,
e as mais, ditas ousadas e irreais ações que um de nós fizer ou
pensar fazer, serão dividas com o outro.
Desde a idealização até as sensações do acontecer.
Resta-me, então, agradecer pelo seu surpreendente existir!
Raissiana Vidal
segunda-feira, 26 de abril de 2010
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