segunda-feira, 26 de abril de 2010
Seres Desumanos.
Certo dia,ouvi alguém denominar um ato de desumano.
Pus-me a refletir sobre tal palavra.
A procura do significado encontrei; não humano, cruel.
O que me levou a ir à procura do termo humano: Humanitário,
Bondoso, compassivo, benigno.
Temo que se aplicado à realidade concreta estes termos
se confundem.
Crueldade é uma das mais manifestas e notáveis
características da história da humanidade.
Todos os dias são mortas milhões de pessoas mundo a fora
pelas mãos humanitárias dos homens.
A bondade a tempos é vendida.
Como quase tudo em nós humanos, também tem seu preço.
Benignidade dispensa comentários, decapitamos, queimamos,
os que simplesmente eram diferentes de nós.
Tornamos invisíveis àqueles que julgamos menos e/ou menores.
Treinamos nossa consciência diariamente na tentativa de minimizar
nossa culpa, querendo lavar as mãos que já inexistentes.
Somos então os “Seres Desumanos”, mas podemos ficar calmos,
Já estamos cuidando disso... Olhe ao redor, o auto-extermínio começou.
Se ainda resta alguma sensibilidade, alguma fé.
Se ainda lembramos de nossa origem,... Iguais.
Se ainda restou força... e o tempo é pouco...
Tire os óculos escuros e veja, REAJA.
Busque o humano que pode ser.
Raissiana Vidal
Preencher-me até derramar-me.
Nessa vida que ganhei
Eu quero o querer das pessoas
Que me recebam como eu me propuser
È claro que hei de
apaixonar-me por algumas delas.
E será com essas que
Além de encontrá-las
desejarei perder-me
em suas presenças e
embriagar-me do mesmo ar.
O que não quero é ter
que privar-me de algo.
Quero Amar e sofrer.
Revoltar-me e gritar.
Beber até que meu corpo
não tenha mais espaço
e derrame-se...
Experimentar a vida
até que a última gota
de curiosidade seja finda.
Vou correr, por vezes,
mesmo que o ritmo
da vida esta lento.
Quero sentir o gosto do suor.
Ver o cheiro do mundo.
Degustar as memórias.
E ouvir os silêncios.
Raissiana Vidal
Eu quero o querer das pessoas
Que me recebam como eu me propuser
È claro que hei de
apaixonar-me por algumas delas.
E será com essas que
Além de encontrá-las
desejarei perder-me
em suas presenças e
embriagar-me do mesmo ar.
O que não quero é ter
que privar-me de algo.
Quero Amar e sofrer.
Revoltar-me e gritar.
Beber até que meu corpo
não tenha mais espaço
e derrame-se...
Experimentar a vida
até que a última gota
de curiosidade seja finda.
Vou correr, por vezes,
mesmo que o ritmo
da vida esta lento.
Quero sentir o gosto do suor.
Ver o cheiro do mundo.
Degustar as memórias.
E ouvir os silêncios.
Raissiana Vidal
O encontro.
Desde sempre me pareceu, e eu encarei como um sonho bom, ou melhor, uma aventura irreal. E foi sempre dessa perspectiva que fui vivendo essa história, não desejei fatos reais, não planejei momentos, não treinei assuntos, nem muito menos esperei algo em troca.
Sonhei com encontros a luz da lua, com sua voz ao som do violão, com conversas que jamais tivera com outras pessoas, aquelas nas quais não se quer persuadir o outro, tão pouco induzi-lo, e sim lhe mostrar nossas esperanças, medos, infantilidades e nossas paixões. Meu espírito alegrou-se por diversas vezes, sozinho, quando pensei em minhas reações no momento em que nos encontraríamos, quando lembrei de nossas conversas e não posso omitir, quando recordei suas gargalhadas.
E fui saboreando todas essas sensações como um moleque degusta a fruta que acabou de roubar do vizinho, era tudo aquilo que sempre idealizei, mas, que jamais pensei que viesse a viver. Então era ótimo, está sendo personagem daquele “conto de fadas”, e não ousei pensar em mais nada. Seguia rindo das declarações de carinho, afeto e admiração por virem de alguém que tão pouco me conhecia.
Foi então que o sonho começou a transpor a atmosfera mágica, pois, o que era abstrato tomou rapidamente forma, e apareceu para cobrar tudo aquilo que lhe tinha sido ofertado.
Parecia que eu estava estreando a peça antes já ensaiada, foram as mesmas poucas palavras, a mesma reação, o mesmo rosto rosado de medo do novo e do futuro. Porém o mais difícil de assimilar foi que quando real o sonho foi ainda melhor do que o idealizado, a lua parecia mais brilhante e mais nossa, a voz mais suave, o mundo mais íntimo, as conversas muito mais cúmplices.
O que temos de mais especial é esse sentimento de não ter que mostrar algo para nós mesmos ou um para o outro, de não esperar nada em troca, de não ter que nos moldarmos para o julgamento do outro, não precisamos de nada disso temos apenas que procurar um ao outro quando surge a vontade, ou apenas de lembrar um do outro quando precisamos sorrir. E o mais importante não precisamos um do outro e sim queremos estar lado a lado, mesmo que não seja no mesmo lugar.
O que irá acontecer? Não sabemos, nem conspiramos para um fim, estamos vivendo nossas realidades e usufruindo de nossas escolhas, por que aprendemos que se nossos caminhos estiverem na mesma direção nos certamente nos encontraremos, assim como já aconteceu.
Raissiana Vidal
Sonhei com encontros a luz da lua, com sua voz ao som do violão, com conversas que jamais tivera com outras pessoas, aquelas nas quais não se quer persuadir o outro, tão pouco induzi-lo, e sim lhe mostrar nossas esperanças, medos, infantilidades e nossas paixões. Meu espírito alegrou-se por diversas vezes, sozinho, quando pensei em minhas reações no momento em que nos encontraríamos, quando lembrei de nossas conversas e não posso omitir, quando recordei suas gargalhadas.
E fui saboreando todas essas sensações como um moleque degusta a fruta que acabou de roubar do vizinho, era tudo aquilo que sempre idealizei, mas, que jamais pensei que viesse a viver. Então era ótimo, está sendo personagem daquele “conto de fadas”, e não ousei pensar em mais nada. Seguia rindo das declarações de carinho, afeto e admiração por virem de alguém que tão pouco me conhecia.
Foi então que o sonho começou a transpor a atmosfera mágica, pois, o que era abstrato tomou rapidamente forma, e apareceu para cobrar tudo aquilo que lhe tinha sido ofertado.
Parecia que eu estava estreando a peça antes já ensaiada, foram as mesmas poucas palavras, a mesma reação, o mesmo rosto rosado de medo do novo e do futuro. Porém o mais difícil de assimilar foi que quando real o sonho foi ainda melhor do que o idealizado, a lua parecia mais brilhante e mais nossa, a voz mais suave, o mundo mais íntimo, as conversas muito mais cúmplices.
O que temos de mais especial é esse sentimento de não ter que mostrar algo para nós mesmos ou um para o outro, de não esperar nada em troca, de não ter que nos moldarmos para o julgamento do outro, não precisamos de nada disso temos apenas que procurar um ao outro quando surge a vontade, ou apenas de lembrar um do outro quando precisamos sorrir. E o mais importante não precisamos um do outro e sim queremos estar lado a lado, mesmo que não seja no mesmo lugar.
O que irá acontecer? Não sabemos, nem conspiramos para um fim, estamos vivendo nossas realidades e usufruindo de nossas escolhas, por que aprendemos que se nossos caminhos estiverem na mesma direção nos certamente nos encontraremos, assim como já aconteceu.
Raissiana Vidal
Assinar:
Postagens (Atom)


