Era o jardim de uma flor só.
Não de uma flor solitária.
Pois havia um sol, a iluminá-la,
E a oferecer-lhe tudo o quanto
Jamais havia desejado.
Eram ofertas de um sonho.
E ela antes branca ia sendo pintada de azul.
Porém, era hora de amanhecer, e
Não havia sol, a luz furtou-se,
E a flor, antes dita do sol,
Perdeu-se na infinita escuridão,
A procurar um espinho qualquer
Em si mesma ...
Tentando compreender o sol.
Já não há jardim,
músicas, abraços.
E no frio dos dias que são noites
Quem foi flor lembra e senti
O quanto era bom ser do sol.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)


seria um papel de rosa... igual a de uma flor...
ResponderExcluir